Injustiça epistêmica e teoria do reconhecimento social: comparando dois modelos teóricos

Patricia Riffel de Almeida

Resumo


Injustiça epistêmica e reconhecimento não são conceitos que costumam ser tratados em conjunto. Este texto aproxima justamente estes dois conceitos (e modelos teóricos), os quais partem de experiências similares, observam os mesmos fenômenos, mas pertencem a diferentes tradições e utilizam diferentes aparatos conceituais: as teorias do reconhecimento social e a epistemologia social crítica — representadas aqui pelo filósofo alemão Axel Honneth e (principalmente) seu Luta por reconhecimento (1992) e pela filósofa britânica Miranda Fricker e seu Injustiça epistêmica (2007). Toma-se como ponto de partida um texto recente do próprio Honneth em que ele realiza esta mesma tarefa (2023), assim como um texto de Fricker em que ela comenta brevemente a relação entre ambas (2018). Segue-se a análise crítica da visão de Honneth, em diálogo com críticas comumente dirigidas à sua teoria do reconhecimento e com a literatura já existente a respeito da relação entre os dois modelos teóricos em debate.


Palavras-chave


injustiça; epistêmica; reconhecimento; Honneth; Fricker

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ISSN 2179-9180

 

 

 
 
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