“NÃO VENDA A MINHA ESCOLA”: RESISTÊNCIA DISCURSIVA À MERCANTILIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Autores

Palavras-chave:

Análise do discurso, escola pública, privatização, resistência.

Resumo

O presente artigo analisa, sob a perspectiva da Análise do Discurso de linha francesa, o enunciado “Não venda a minha escola”, veiculado pela APP-Sindicato do Paraná em 2024 como forma de resistência ao Projeto de Lei nº 345/2024, que propõe a privatização da administração de escolas públicas estaduais do Paraná por meio de parcerias com empresas privadas. A partir dos pressupostos teóricos de Michel Pêcheux, Jean-Jacques Courtine e Eni Orlandi, investigam-se os possíveis efeitos de sentido produzidos pelo enunciado, bem como as formações discursivas em confronto na arena educacional contemporânea. A análise evidencia que a formulação se ancora em uma formação discursiva de resistência à lógica neoliberal e mobiliza uma memória coletiva da escola pública como espaço de pertencimento, cidadania e direito social.

Biografia do Autor

SAULO SEMANN, UNICENTRO

Mestrando bolsista CAPES/PPGL/UNICENTRO

ANDREY ADÃO KAMINSKI AMAZONAS, UNICENTRO

Mestrando bolsista CAPES/PPGL/UNICENTRO

CAMILE FEDARACZ, UNICENTRO

Mestrando bolsista CAPES/PPGL/UNICENTRO

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Publicado

30-10-2025

Como Citar

SEMANN, S., AMAZONAS, A. A. K., & FEDARACZ, C. (2025). “NÃO VENDA A MINHA ESCOLA”: RESISTÊNCIA DISCURSIVA À MERCANTILIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO. Revista Interfaces, 16(2), 175–183. Recuperado de https://revistas.unicentro.br/index.php/revista_interfaces/article/view/8045

Edição

Seção

Artigos