REPRESENTAÇÃO LITERÁRIA DA MATERNIDADE INDÍGENA: REFLEXÕES E PROVOCAÇÕES NECESSÁRIAS

Autores

Resumo

RESUMO: o presente artigo tem por objetivo uma análise interpretativa do cordel Coração na aldeia, pés no mundo (2018), de Auritha Tabajara, objetivando discutir a representação materna da mulher indígena na seara da literatura brasileira contemporânea. Na obra estudada, observa-se que as preocupações femininas vão muito além da reflexão sobre as ambivalências da maternidade, envolvem questões de ancestralidade e (re)descobrimento de suas identidades. Embasamos nossas discussões em autores/as como Candido (1989, 2023a; 2023b), Filho e Medeiros (2021), Graúna (2023), entre outros/as.

Biografia do Autor

André Eduardo Tardivo, Universidade Estadual do Centro-Oeste

André Eduardo Tardivo é Doutor e Mestre em Letras pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), na área de concentração: Estudos Literários, Linha de pesquisa: Literatura e Construção de Identidades, com interesse em Literatura de Autoria Feminina Contemporânea. É graduado em Letras Português/Inglês pela Universidade Estadual do Paraná - UNESPAR/ Campo Mourão.

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Publicado

29-04-2026

Como Citar

Tardivo, A. E. (2026). REPRESENTAÇÃO LITERÁRIA DA MATERNIDADE INDÍGENA: REFLEXÕES E PROVOCAÇÕES NECESSÁRIAS. Revista Interfaces, 17(1), 154–169. Recuperado de https://revistas.unicentro.br/index.php/revista_interfaces/article/view/8192

Edição

Seção

Artigos