O HUMOR COMO FORMA DE RESISTÊNCIA À DITADURA EM CRÔNICAS E CARTUNS DE HENFIL

DIÁLOGOS ENTRE LITERATURA DE TESTEMUNHO E SEMIÓTICA DISCURSIVA

Autores

  • Luiza Helena Oliveira da Silva UFNT
  • professora UFNT
  • Jornalista UFNT

Resumo

este artigo integra as pesquisas do Grupo de Estudos do Sentido – GESTO (CNPq/UFNT), que articula a semiótica discursiva e os estudos literários na releitura de obras sobre a ditadura civil-militar brasileira. A pesquisa analisa crônicas e cartuns de Henfil como literatura de testemunho e registros de memória. O estudo amplia a noção de literatura ao considerar produções que funcionam como arquivo e denúncia das violências de Estado. Busca-se evidenciar manifestações de resistência democrática no contexto latino-americano marcado por intervenções autoritárias. O trabalho também pretende resgatar a importância de Henfil, muitas vezes esquecido pelas novas gerações. Suas crônicas e cartuns narram o cotidiano sob a repressão dos anos 1970 e 1980. A releitura dessas produções permite compreender as continuidades entre passado e presente. Assim, a obra de Henfil contribui para revisitar criticamente a ditadura e refletir sobre os riscos contemporâneos de retorno ao autoritarismo

Biografia do Autor

Luiza Helena Oliveira da Silva, UFNT

Mestre e doutora em Letras pela Universidade Federal Fluminense, membro do GT de Semiótica da ANPOLL. Em 2013/2014, realizou estágio pós-doutoral em sociossemiótica no Centre de Recherches Politiques (CEVIPOF-CNRS) com bolsa CAPES. É professora associada da Universidade Federal do Norte do Tocantins, câmpus de Araguaína. Bolsista produtividade CNPq.

professora, UFNT

Doutoranda

Jornalista, UFNT

Mestre em Letras

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Publicado

01-09-2026

Como Citar

Oliveira da Silva, L. H. ., Rute da Silva Santos, & da Silva Ribeiro, S. C. (2026). O HUMOR COMO FORMA DE RESISTÊNCIA À DITADURA EM CRÔNICAS E CARTUNS DE HENFIL: DIÁLOGOS ENTRE LITERATURA DE TESTEMUNHO E SEMIÓTICA DISCURSIVA . Revista Interfaces, 17(2), 175–189. Recuperado de https://revistas.unicentro.br/index.php/revista_interfaces/article/view/8265