A METAFICÇÃO HISTORIOGRÁFICA EM CABO DE GUERRA, DE IVONE BENEDETTI

Autores

  • Aline Venturini Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Gilmar de Azevedo Universidade Estadual do Rio Grande do Sul
  • Ivânia Campigotto Aquino Universidade de Passo Fundo

Palavras-chave:

Metaficção historiográfica. Ditadura Civil-Empresarial-Militar no Brasil. Ivone Benedetti

Resumo

Este artigo movimenta-se em investigação no interior de Cabo de guerra, de Ivone Benedetti, a trajetória do narrador "cachorro" como estereótipo de pessoa-função nas estratégias usadas na luta contra a repressão durante Ditadura Civil-Empresarial-Militar (1964-1985) no Brasil.  A teoria principal seguida é a metaficção historiográfica. Como aporte teórico, ancora-se em Aristóteles (2011); Eco (1994); Fico (2004); Forster (1969); Gass (1974); Figueiredo (2024); Gagnebin (2006); Gaspari (2014); Hutcheon (1991); Lubbock (1976); Ricoeur (1997; 2007); Selligmann-Silva (2003) e outros. O percurso metodológico é a abordagem qualitativa e de tipo aplicada, exploratória e bibliográfica. Como resultados, tem-se ametaficção historiográfica no romance selecionado em suas ações, estrutura e atores, para a história, memória e reflexões do passado, no presente, com o desejo de que regimes autoritários com suas práticas de tortura não se repitam no futuro.

Biografia do Autor

Aline Venturini, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutora em Letras, ênfase em Literatura Espanhola e Hispanoamericana. 

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Publicado

01-09-2026

Como Citar

Venturini, A., Azevedo, G. de, & Aquino, I. C. (2026). A METAFICÇÃO HISTORIOGRÁFICA EM CABO DE GUERRA, DE IVONE BENEDETTI. Revista Interfaces, 17(2), 205–220. Recuperado de https://revistas.unicentro.br/index.php/revista_interfaces/article/view/8230