MODOS DE LER, MODOS DE NARRAR: A INSTABILIDADE E A PRECARIEDADE DA MEMÓRIA

Autores

  • Nilcéia Valdati Universidade Estadual do Centro-Oeste - Unicentro

Resumo

Este trabalho discute como a leitura de algumas produções artístico-literárias que narram as memórias herdadas das ditaduras militares latino-americanas possibilitam articular maneiras de a crítica repensar a construção de algumas categorias de leitura, portanto também de alguns modos de ler. Centrados muito mais nos sintomas da ausência, tanto da trama que falha a todo instante quanto da memória que é cheia de lapsos, os modos de ler operam justamente neste lugar instável e precário. Interessa-nos observar nessas narrativas a aposta na memória, a preocupação com o que fazer com o futuro da memória, como fazer com que ela sobreviva, preocupação de Roberto Vecchi (2021), como operar uma reparação, defesa de Paloma Vidal (2014), como fazer com que a herança produza sentidos, argumentos de Marianne Hirsch (2018) e Eurídice Figueiredo (2022; 2024).

Biografia do Autor

Nilcéia Valdati, Universidade Estadual do Centro-Oeste - Unicentro

Professora de Literatura Brasileira do Departamento de Letras.

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Publicado

01-09-2026

Como Citar

Valdati, N. (2026). MODOS DE LER, MODOS DE NARRAR: A INSTABILIDADE E A PRECARIEDADE DA MEMÓRIA. Revista Interfaces, 17(2), 221–229. Recuperado de https://revistas.unicentro.br/index.php/revista_interfaces/article/view/8317